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Secretaria confirma caso de febre amarela em Quatro Barras, na Região de Curitiba

Secretaria confirma caso de febre amarela em Quatro Barras, na Região de Curitiba

WEB RADIO PINARE

junho 14th, 2019

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Boletim divulgado nesta quinta-feira (13) indica que 17 pessoas tiveram a doença no Paraná desde julho de 2018; uma morte foi registrada em Morretes, no litoral.

Um caso de febre amarela foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, conforme boletim divulgado nesta quinta-feira (13). O relatório indica que 17 pessoas tiveram a doença no Paraná desde julho de 2018.

Nesse período, o estado registrou uma morte pela doença. O município de residência da vítima e local provável de infecção foi em Morretes, no litoral do Paraná, segundo a Sesa. Desde julho de 2018, foram 467 notificações de febre amarela – 76 ainda estão em investigação.

Entre os casos confirmados da doença, 88,2% foram em homens, com média de idade de 35 anos. Quanto ao local provável de infecção, a maioria ocorreu em municípios da Região de Curitiba e do litoral, de acordo com o boletim.

Segundo o informe, houve registro de 42 casos de morte de macacos – aumento de nove óbitos no comparativo com o informe anterior, de 30 de maio. Os novos registros foram em Jaguariaíva (4), Carambeí (2), São José dos Pinhais (1), Campo Largo (1) e Balsa Nova (1).

Humanos e macacos são picados pelo mosquito Aedes aegypti e contaminados pelo vírus. Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr, a morte de primatas é um alerta para a necessidade de vacinação para a população.

“Reforçamos a importância da vacinação contra a doença; mesmo com a aproximação do inverno não podemos nos descuidar e a imunização é fundamental. A vacina é segura e continua sendo a principal arma contra a doença”, afirma Acácia.

A Sesa informa que continua com a vacinação contra a febre amarela em todas as unidades de saúde. O público-alvo são pessoas a partir de nove meses de idade até 60 anos, que não tenham comprovação anterior de vacinação. Uma dose é suficiente por toda a vida.

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